segunda-feira, 30 de julho de 2007

O marketing nas PME's


À semelhança das grandes organizações, as Pequenas e Médias Empresas (PME) têm várias necessidades ao nível das estratégias de marketing. Contudo, a maioria destas empresas não tem os mesmos meios, ou até os meios necessários, para avançar com grandes acções.
Ao nível das necessidades, podemos constatar que são muitas vezes semelhantes às das grandes empresas. Isto acontece ao nível da estratégia de marketing, dos estudos de mercado e da concorrência, do marketing de produto, do marketing de clientes e do marketing operacional.
O publicitário brasileiro Alessandro Basile, que desempenha funções de consultor de marketing para PME, definiu um conjunto de dez conselhos que podem ajudar as empresas de pequena dimensão a desenvolver uma estratégia de marketing, com meios reduzidos, ou à medida das suas possibilidades.

Atenção ao mercado: O sucesso do negócio reside numa atenção cuidada relativamente ao mercado, à concorrência e ao lançamento de novos produtos e tecnologias que podem ser úteis para a sua empresa.

Marketing a partir de "casa": Criar um pequeno grupo dentro da própria empresa, com os funcionários mais envolvidos na estratégia de marketing, ou até mesmo com todos os trabalhadores, pode dar frutos. Agendar reuniões entre todos pode resultar na recolha de boas ideias.

Cliente mistério: Simular uma compra à própria empresa e também à concorrência pode revelar muito sobre o atendimento e sobre o desempenho de cada uma.

Imagem: Verificar se o logótipo e a imagem que se comunica são actuais. Por vezes, uma pequena mudança dá uma imagem mais moderna à empresa e com um baixo investimento.

Contactos: É importante manter contactos regulares com os melhores clientes e com os fornecedores principais.

Newsletter: A divulgação de uma newsletter periódica - em papel ou digital - é fundamental para manter o contacto com os clientes, ou potenciais clientes, e para divulgar as novidades da empresa, promoções ou outras informações relevantes.

Internet: A criação de um website é uma acção praticamente incontornável nos dias de hoje. Não estar presente na Internet pode ser um grande erro. Os empresários devem lembrar-se que a utilização da web está a crescer e que muitos consumidores procuram novos produtos e empresas online.

Associações e parcerias: O isolamento não é a melhor estratégia. Estabelecer parcerias e cooperar pode ter bons resultados, nomeadamente na realização eventos conjuntos, em que as despesas são partilhadas.

Feiras: A participação em feiras permite às PME darem-se a conhecer e divulgarem os seus produtos a potenciais clientes que se dirigem a estes certames em busca de produtos específicos ou de determinado sector.

Acções sociais: Disponibilizar-se para participar em acções sociais é uma forma de se divulgar junto da comunidade, veiculando uma boa imagem da empresa.

Sobretudo é funfamental que a nossa empresa seja lembrada!
Negócio que se esquece morre. Mantenha o seu vivo e activo...

Faça por ser visto, divulgue o seu negócio.

Bons negócios.

Texto de Nuno Batista. Fonte: Edições Dashöfer.

Comunicar melhor vende mais


Trabalhar alguns anos na área comercial dá-nos alguma experiência em relações interpessoais.
As pessoas gostam, acima de tudo, de comunicar, partilhar ideias e experiências. Nem que seja só por desabafo.
O acto de comunicar, por si só, é já um acto de venda. Através dele transmitimos a alguém uma ideia, um pensamento e podemos induzir uma acção.

Da mesma forma, também a motivação é em si, um acto de venda.
Um vendedor lidera pessoas e situações. "Mexe" com necessidades, desejos, emoções e resolve problemas.
É através da comunicação que interagimos com o cliente. É através dessa interacção que somos capazes de Vendar Mais e Melhor.

Deixo agora aqui algumas dicas para gerir melhor a sua interacção com o cliente:

1 - Seja RADAR: esteja e mostre-se atento. A maior preocupação é agradar ao cliente. Para tal é necessário estarmos atentos, mostrarmo-nos disponíveis e interessados.

2 - Seja DETECTIVE: adopte uma atitude de investigação e diagnóstico. Imagine cada interacção com umcliente como o último e único momento em que está perante ele. É também necessário ouvir para reagir.

3 - Seja CIENTISTA: conheça bem o seu negócio. Argumentar muito não chega. É fundamental conhecer profundamente o produto e o negócio que queremos vender. As pessoas querem comprar Valor Acrescentado. A identificação de benefícios é o modo mais eficaz de o conseguir.

4 - Seja PSICÓLOGO: ajude a tomar consciência e a decidir. Tal com um Psicólogo, a função de um comercial é ajudar a decidir. Não é impingir! Nada mais agrada a um cliente do que sentir que foi ele que comprou e não o comercial que vendeu.

5 - Seja RELAÇÕES PÚBLICAS: ofereça experiências comerciais inesquecíveis. Depois de estar em sintonia com o cliente e compreender as suas motivações e expectativas, finalize o processo de venda sem esquecer que "cliente satisfeito volta sempre".
Uma das fases mais descuradas no processo de venda e nas formações a comercias é o acto da despedida. Não arrisque. Os negócios só são bons se garantirmos a sua continuidade.

Comunique mais, comunique melhor.... e venda!

Bons negócios.

Texto de Nuno Batista. Adaptação do INV.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Marketing olfactivo


A procura de resultados crescentes e satisfatórios pede gestores e colaboradores sem medo de inovar. Enfrentar desafios futuros e destacar-se no panorama empresarial pode ser difícil, no entanto, as organizações devem estar preparadas para ir mais além.

Muitas são as técnicas de marketing utilizadas para conseguir vender um determinado produto, contudo, as mais frequentes nem sempre são as mais eficazes e por isso, existe a necessidade de encontrar novas formas de vender um produto ou um serviço.

A novidade é, sem dúvida, uma grande aliada do sucesso, visto que ao adoptar uma ideia nova, ou uma diferente forma de abordagem, pode conseguir captar a atenção do seu público-alvo.

A empresa Superideias trouxe para Portugal uma nova forma de marketing: trata-se do "marketing" olfactivo. Aromatizar lojas, cartões-de-visita, salas de reunião, exposições ou hotéis são algumas das potencialidades desta ferramenta que foi adoptada internacionalmente por marcas como a Sony ou os hotéis Sheraton.

"Este produto é oferecido através de uma parceria que estabelecemos com a empresa italiana Oikos Fragrances. Trata-se de uma novidade no País, pois os ambientadores vendidos actualmente têm solventes e são difundidos no estado líquido, enquanto os nossos estão no estado puro, sólido", salientou Ana Peres, directora comercial da Superideias, em declarações ao Diário de Notícias.

Hospitais e transportes colectivos são outros locais onde se pode aplicar a aromatização. No caso dos hospitais, está a ser estudado, actualmente, um aroma que servirá para tranquilizar os doentes.

No nosso país, este conceito é pouco conhecido, mas a Superideias já fez trabalhos para exposições, feiras temáticas e andares-modelo de imobiliárias. Avança o Diário de Notícias.

De acordo com Ana Peres "o marketing olfactivo é um fantástico recurso que visa criar empatia entre os nossos clientes e os seus consumidores, transformando ambientes em situações coerentes ao conceito do seu negócio". Trata-de de "uma potente ferramenta de marketing directo, promoção e de relações públicas".Prepare-se para uma nova era de marketing!


Exemplos de sucesso:

A Nike testou o mesmo modelo de ténis, colocando-o em duas salas com a mesma ambientação, porém uma com fragrância floral mista e outra neutra. Resultado: 84 por cento das pessoas disseram ter gostado mais do calçado da sala perfumada. Os estudos mostraram que os cheiros de baunilha e lavanda são eficientes contra insónia e o cheiro de maçã verde, contra a enxaqueca.

No Casino do Hotel Hilton, de Las Vegas, a equipa do Smell Institut observou a quantidade de dinheiro apostado em três áreas diferentes, durante três fins-de-semana e constatou que com a introdução da fragrância certa, de aroma estimulante de confiança, as apostas cresceram 45,1 por cento e quando aumentada a intensidade da fragrância, 53 por cento.


Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 6 de julho de 2007

10 fórmulas anti-stress


Um dos males do século XXI, e que afecta grande parte da população activa, chama-se stress e tem o poder de nos deixar de cabelos em pé.
Dores de cabeça, mau humor, esquecimentos, batimentos cardíacos muito acelerados, mau humor, choros, músculos doridos ou mãos frias e húmidas podem ser alguns sintomas. Já sentiu alguns destes sintomas? Então, se calhar, você é mais uma vitima desta doença tão actual e que afecta quase a totalidade da população activa em todo o mundo.
Mas diminuir os efeitos não é impossível, principalmente se adoptar algumas das nossas fórmulas anti-stress.

Mais de metade da população activa passa, pelo menos, um quarto do seu dia de trabalho a realizar actividades a alta velocidade e com prazos curtos e rígidos.

Se quer tentar começar o seu dia com menos stress, leia com atenção os seguintes conselhos:

1 - Acorde mais cedo
2 - Planeie o seu dia
3 - Defina prioridades
4 - Saiba dizer não
5 - Crie bom ambiente
6 - Aprenda a relaxar
7 - Mude de rotina
8 - Tenha vida social
9 - Dedique-se a uma actividade criativa
10 - Melhore a sua vida sexual

O melhor é começar já, antes que seja tarde demais.

Fonte: Expresso Emprego

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Portugal tem um poder de compra 25% inferior à União Europeia


Os portugueses têm um poder de compra 25 por cento inferior à União Europeia (UE) a 27, de acordo com as estimativas preliminares referentes a 2006 divulgadas hoje pelo Eurostat.

Considerando a base 100, que é a média da União Europeia, Portugal apresenta um índice 25 por cento abaixo. O diferencial face à UE a 25 é ainda maior, com o índice da região a ascender a 104. Portugal surge assim como décimo segundo país com um poder de compra por habitante mais baixo, tendo sido, este ano, ultrapassado por Malta.

As estimativas são baseadas no Produto Interno Bruto (PIB) per capita e é expresso pelo índice de poder de compra standard, que funciona como uma unidade artificial que elimina as diferenças de preços entre os países. Com base no índice de poder de compra standard, é possível comprar o mesmo volume de bens e serviços em todos os países.

No final do mês de Junho de 2007, os resultados do Eurobarometro tinham dado conta que os portugueses estão entre os europeus mais pessimistas sobre a situação económica do respectivo país e apenas dez por cento consideram que é “muito boa ou boa”, contra os 52 por cento da média europeia.
Fonte: Revista Revismarket

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Trade Marketing



O trade marketing é entendido, na maior parte das vezes, como a promoção dos produtos nos pontos de venda. Apesar de esta ser uma das «tarefas» essenciais do trade marketing, os seus objectivos começam muito antes do apoio à venda por parte dos revendedores.

Tendo em conta que, antes de qualquer passo, é essencial garantir que os produtos estejam disponíveis nos espaços comerciais, o verdadeiro trade marketing começa com a venda para o revendedor – não só de produtos, mas também de ideias e planos comerciais.

Roberto Lira Miranda, consultor empresarial brasileiro e autor de vários livros na área do marketing, defende que os «gestores de produtos e gerentes de categorias, incluindo as áreas de planeamento e desenvolvimento de produtos, têm de estar comprometidos com esse propósito, para gerar produtos capazes de encantar não só os consumidores, mas, também, os canais de revenda».

Todos estes elementos têm de se empenhar verdadeiramente em campanhas capazes de gerar entusiasmo junto dos canais de venda e impulsionar a procura. Os esforços de promoção nas lojas só obterão os resultados esperados se apostarem no amadurecimento das mensagens promocionais e publicitárias nos meios adequados.

O trade marketing deve procurar sempre os melhores aliados que se encontram ao longo de todo o processo de revenda. Os revendedores devem poder olhar para os fabricantes não apenas como meros fornecedores, mas sobretudo como parceiros do seu negócio, capazes de contribuir para o reforço da imagem dos seus produtos, das suas vendas e, consequentemente, dos seus lucros.

Saber comunicar


Nos dias de hoje, a comunicação é essencial para qualquer profissional.

Saber comunicar perante um público é uma tarefa complicada para algumas pessoas que, infelizmente, não têm o dom da comunicação.

Apresentar projectos, desenvolver ideias, divulgar dados são elementos inerentes a quem trabalha numa empresa, no entanto, nem todos os colaboradores estão preparados para fazê-lo.

Antes de mais, é necessário lembrar que o comunicador é um emissor que passa uma mensagem a alguém (receptor) e que essa mensagem é recebida por um indivíduo que a descodifica e a interpreta para que a possa compreender.

O que por vezes acontece, é que quem comunica acaba por fazê-lo de uma forma incorrecta ou menos explícita, levando o público a formular conclusões que podem não ser as pretendidas - daí a importância de saber expôr publicamente uma ideia ou um projecto.

Num processo de comunicação existem várias etapas que devem ser tidas em conta: em primeiro lugar, defina aquilo que pretende transmitir aos outros. Tenha tudo planeado na sua cabeça ou num rascunho (para não se esquecer dos principais pontos a abordar).

Em segundo lugar, escolha a melhor forma de o fazer – quando se faz uma apresentação pública, pode-se recorrer a apoios audiovisuais para clarificar a mensagem e permitir que as pessoas a compreendam mais facilmente.

Ser objectivo, claro e conciso são as características principais de um orador: nada de misturar assuntos e desviar-se do objectivo do discurso.

Depois de ter em mente alguns destes conceitos é só deixar fluir o seu raciocínio, deixando, obviamente, espaço para que os seus colegas ou chefes possam colocar perguntas e tirar dúvidas.

O principal objectivo de quem expõe uma ideia é que esta seja compreendida por quem a está a ouvir.

Por isso, evite falhas de comunicação e prepare-se para aquele momento.

Fonte: Edições Dashöfer

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Segmentação de Mercado


Um dos grandes objectivos das empresas é vender, quer seja produtos ou serviços. Para isso é necessário apostar em campanhas de marketing eficientes que consigam chegar até ao público pretendido.

O erro de muitas organizações é não delinearem bem o segmento de mercado que desejam atingir com o produto/serviços que criam, acabando por desenvolver campanhas com as quais o público-alvo não se identifica.
No entanto, a segmentação de mercado está a ser usada eficazmente por uma grande parte das empresas nacionais e estrangeiras, nomeadamente, através da criação de personagens e ambientes que visam criar laços de empatia entre o produto/serviço e os consumidores.
A campanha desenvolvida deve motivar o consumidor a comprar esse determinado produto/serviço. Quando não há motivação, deve criar-se no público a necessidade de ter o produto/serviço, através das campanhas de marketing.
O tipo de anúncio, as personagens, as cores, o ritmo, a música - tudo deve ser pensado ao pormenor e adequado à imagem que queremos passar do que estamos a vender. Por outro lado, elementos como o preço, o poder de compra e a posição da marca no mercado são aspectos a ter em conta, quando se faz uma segmentação de mercado.

Actualmente, a televisão é o meio de comunicação mais utilizado para publicidade, pois é aquele que mais rapidamente chega à população. Quando se quer vender um produto, investir num estudo de segmentação de mercado é importante, porque é a partir dele que se vai poder desenvolver as estratégias de marketing.

Em publicidade nada é feito ao acaso, contudo as empresas que apostam na criação de uma relação com o cliente, são, seguramente, as que têm mais sucesso. Assim como todas aquelas que sabem exactamente onde "atacar".

A segmentação permite identificar o grupo (ou grupos) de consumidores onde se deve investir para comercializar um produto/serviço.

O segredo das vendas é saber para quem dirigir a campanha de marketing.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Ambiente saudável no trabalho é sinónimo de melhor desempenho


O ambiente vivido nas empresas é crucial para o sucesso das equipas de trabalho.

A melhor forma de conseguir harmonia no local de trabalho é saber conviver com os seus colegas: não existe nada mais desagradável do que o mau ambiente provocado por intrigas e «mexericos».
Se ajudar os seus colegas e se essa ajuda for recíproca, vai ver que o ambiente será muito melhor.
Engolir o seu orgulho é outra das características necessárias para que tudo resulte na perfeição. Não seja teimoso(a) ao ponto de não conseguir admitir que errou. Seja humilde e dê valor às ideias que os seus colegas apresentam. Deve recordar-se de que não é o/a detentor(a) da verdade.

Para além disso, deve ouvir a opinião dos outros antes de tomar qualquer tipo de decisão. Pode não ter importância nenhuma, mas os seus colegas vão gostar de ser ouvidos.
Esteja aberto(a) para os outros e mostre entusiasmo por aquilo que faz, aceitando todas as críticas que possa vir a ter.
Por muito duras que sejam, as críticas são construtivas e a partir daí só se pode melhorar.
Seja mais participativo. Pergunte e partilhe ideias, mas não se esqueça que não as deve impor.
Para conhecer de uma forma mais aprofundada os seus colegas, combine alguma actividade fora do meio de trabalho. Reúna-os e divirtam-se.

Nem sempre é fácil trabalhar em equipa, no entanto, o desempenho dos colaboradores pode diminuir perante os conflitos de opiniões e a incapacidade de partilhar ideias.
Não contribua para criar conflitos e «guerras».
Todos têm a ganhar se interagirem positivamente.

Fonte: Expresso Emprego

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Empresários precisam-se!


De acordo com o Expresso Online, Portugal perdeu cerca de 48 mil empresas nos últimos dois anos.

Infelizmente, a falta de empreendorismo tem prejudicado a economia nacional, já que são as micro, pequenas e médias empresas as responsáveis pela "agitação económica" de que o nosso país necessita. Para além disso, estas empresas davam emprego a outras pessoas, evitando que houvesse mais indivíduos no desemprego.

No entanto, o aumento de taxas e impostos, bem como o fraco poder de compra dos portugueses, fez com que algumas empresas fossem obrigadas a fechar portas, para não se endividarem mais. Daí que uma grande parte das pessoas, tendo em conta panorâma económico nacional, sinta receio de criar o seu próprio negócio e prefira depender de terceiros para poder trabalhar. Por vezes, as ideias são boas e as expectativas promissoras, contudo, o medo acaba por vencer.

Actualmente, os empregos não são para toda a vida, embora quem o tenha o queira preservar, acabando por resistir a qualquer tipo de ideia para a criação de uma empresa própria. Por outro lado, a responsabilidade de ter a cargo uma empresa, assim como pessoas a dependerem do seu sucesso, leva muitas pessoas a adiarem a ideia de implantar um negócio.

Para se criar uma empresa é necessário investir, o que por vezes conduz a empréstimos, que mais tarde são difíceis de pagar. Por isso, o mercado de trabalho continua a ser o mais procurado na busca de um emprego.

Trabalhar por conta de outrem continua a ser a opção escolhida pela maioria das pessoas - perante todas as preocupações e incertezas quanto ao mercado laboral, a verdade é que quem trabalha para uma entidade acaba por ter menos preocupações do que alguém que investe tudo num negócio que, dada a situação económica, pode não correr pelo melhor.

No entanto, é preciso afastar o pessimismo e apostar em novas empresas, obviamente, fazendo uma análise de mercado e avaliando os prós e contras.


O empreendorismo é necessário para incentivar a dinamização da economia.

Arrisque e crie aquele que pode ser um negócio de sucesso!

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Os seus comerciais têm medo de falhar?


Um dos grandes problemas que encontro nas equipas comerciais hoje em dia é o medo de falhar.

Por vezes ligado a questões pessoais de auto estima onde o medo de falhar ou levar um não, as impede de serem mais audazes no domínio da venda.

Por vezes ligado a medo de repreensão superior de uma chefia ou de uma direcção. O medo de falhar num comercial é paralisante, fazendo como que muitas vezes as oportunidades lhes passem ao lado e o cliente vá comprar a outra pessoa só porque esta teve a coragem de pedir o fecho do negócio.

Mas será que falhar é de facto um problema na venda? Eu tive a sorte de há muitos anos atrás, ter tido um chefe que me dizia: "Quero que tu falhes!" "Não falhes é 3 vezes a mesma coisa, dado que isso dá direito a uma ida aos recursos humanos". Falhar, quando encarado da forma correcta pode ser um instrumento de trabalho fabuloso.

É um feedback constante que nos obriga a parar, repensar a nossa estratégia que estamos a usar. Acima de tudo direccionar os nossos esforços para formas de actuar que se calhar ainda não investimos a nossa atenção.

Várias vezes faço esta pergunta nos nossos workshops."Quantas vezes é que acham que o Edisson falhou, quando estava a criar a lâmpada ? "Mas será que ele falhou? Ou será que estava uma vês mais próximo de atingir o nosso objectivo.

Falhar é humano. Para progredirmos em qualquer situação das nossas vidas, inclusive nas vendas temos de falhar. A forma como lidamos com essa falha é que faz a diferença entre um grande profissional versus uma profissional de desempenho mediano.

Por isso já sabe a próxima vez que falhar, pratique estas duas novas atitudes: Em vez de ficar abatido, pense, "estou um pouco mais próximo do meu objectivo".


E acima de tudo, "o que é que eu posso aprender com esta falha para não a repetir no futuro".


Por: José de Almeida, site "Ideias e desafios"

Empresas socialmente responsáveis


Construir um mundo melhor está ao alcance de todos nós e da sua empresa.

Actualmente, o conceito de Responsabilidade Social faz cada vez mais sentido, já que se trata de uma forma de exercer cidadania.

É necessário apelar à consciencialização da sociedade para que, todos juntos, possamos criar soluções para os problemas que surgem na comunidade: solidariedade é a palavra-chave.

Cabe também às empresas criarem mecanismos sustentáveis para que possam contribuir para o desenvolvimento social, económico e ambiental. Por exemplo, as empresas devem respeitar os direitos dos cidadãos, o ambiente e contribuir para a qualidade de vida não só dos seus funcionários, como também de toda a comunidade onde a empresa se encontra.

A coesão social deve ser um dos objectivos das empresas, visto que a sociedade tem muito a ganhar, se houver igualdade de oportunidades e inclusão social.

A finalidade da Responsabilidade Social nas empresas não é a caridade, como muitas pessoas pensam. Na verdade, o propósito desta acção é melhorar as condições de trabalho, cumprir a lei e contribuir para uma boa gestão ambiental.

Promover acções de sensibilização na sociedade, combater a exclusão social são apenas algumas das práticas que podem ajudar a sua empresa a marcar a diferença.Uma empresa responsavelmente social é uma organização onde "a pessoa" ocupa o lugar de destaque, mesmo que esta não seja um potencial cliente. Infelizmente, existem algumas empresas cujo principal objectivo é vender e aumentar o lucro, sem se preocuparem com o bem-estar dos seus colaboradores e da comunidade em geral.

No entanto, quem adopta uma estratégia social, tem conseguido obter, ainda, mais sucesso: a qualidade do ambiente desenvolvido na empresa, vai-se reflectir no desempenho dos colaboradores e, por conseguinte, na satisfação de clientes. Se juntarmos a isto, o facto de estarmos a contribuir para uma sociedade melhor, então, a empresa marcará a diferença perante todos os cidadãos.Interaja com a sociedade e torne a sua organização numa empresa com Responsabilidade Social.

Afinal, todos podemos contribuir para um mundo melhor.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Branding


A marca é um elemento incontornável em qualquer processo de lançamento de um produto ou serviço no mercado. Muitas marcas assumem um carácter tão importante que chegam mesmo a rotular uma categoria de produtos. São exemplos do sucesso.

Mas conseguir o sucesso de uma marca não é tarefa fácil e são necessários variadíssimos elementos e atributos para dar início ao estudo de uma marca. Reunir o maior número de informações acerca do mercado global, para partir, posteriormente, para uma análise mais focada no seu segmento de actuação, é o primeiro passo a dar. É fundamental conhecer o mercado e os hábitos de consumo.

Identificar as alterações no ambiente no qual a marca será inserida é um elemento muito importante, uma vez que a dinâmica com o consumidor é vital. Durante o processo, é muito importante também adoptar o benchmarking, sobretudo em mercados onde existem marcas fortes já implantadas. Este método é essencial para o sucesso futuro.

Outro dos aspectos a ter em conta é a visão a longo prazo. Olhar para o futuro e prever eventuais alterações no cenário onde a marca vai estar inserida é ganhar tempo. Não se deve pensar apenas no futuro próximo, mas efectuar diversas análises e estudos de modo a garantir uma longevidade tranquila à nova marca.

Actualmente realizam-se diversos estudos de memorização de marcas, bem como de notoriedade e confiança. Estes são aspectos a ter em conta, pois testemunham a opinião e ligação dos consumidores em relação aos produtos. Analisar estes dados pode fornecer elementos importantes para vencer junto do mercado.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Como acompanhar as exigências da sua empresa


Tal como já foi aqui abordado, actualmente, não existem empregos para toda a vida. Por isso, torna-se essencial que consiga acompanhar o ritmo e as exigências da empresa onde trabalha.

Uma grande parte das organizações está a inserir várias alterações no modo de gerir e de actuar no mercado empresarial, devido à crescente concorrência e à situação económica, que em nada favorece o poder de compra.

A adopção de novas estratégias, nomeadamente ao nível da reestruturação de competências, cargos e funções exige que o colaborador tome a iniciativa de provar as suas capacidades, através da demonstração do seu talento e da sua criatividade.

Se gosta do seu actual emprego, há que tomar as medidas certas para que não seja despedido e isso inclui mostrar que o seu trabalho é importante para a empresa: pode fazê-lo através de propostas de resoluções para problemas, da criação de novas estratégias e acima de tudo através da inovação.

O colaborador deve agir no sentido de dar valor a si mesmo. Por isso, esforce-se mais - invista na sua formação - faça especializações, frequente cursos práticos que possam completar o seus conhecimentos, aprenda uma nova língua estrangeira, enfim, tudo pode ajudar a valorizar o seu trabalho e obviamente, a aumentar as suas capacidades.Aproveite as mudanças que estão a ocorrer na sua empresa para mostrar que está à altura dela e que pode também mudar se for necessário.

Cada vez mais, as pessoas são "forçadas" a desempenhar várias tarefas na empresa, daí a necessidade de se ser polivalente. Quanto mais conhecimentos tiver, em diversas áreas, melhor para o seu curriculum.

Acompanhe os novos tempos, "recicle" os seus conhecimentos, invista em si e na sua carreira profissional.Não fique parado à espera que outra pessoa, com mais conhecimentos, lhe passe à frente.Estes são alguns dos pormenores que podem fazer a diferença e um bom profissional é sempre necessário seja numa, ou noutra empresa!


Fonte: Edições Verlag Dashöfer

Glossário de Marketing


Para desmistificar alguns dos palavrões do marketing, resolvi compilar alguns dos termos mais usados e sua respectiva definição.

Benchmarking - Utilização de resultados já conquistados por produtos líderes de mercado como comparação, tentando como tal usar processos que já obtiveram sucesso nesses produtos, melhorando o desempenho de outros produtos

Brainstorm - Tempestade de ideias. Técnica utilizada em todos os campos de actividades, que tem por objectivo encontrar soluções criativas para determinados assuntos.

Break-even-point - Ponto de equilíbrio. Definição de um preço para cobrir os custos de fabricação e marketing de um produto ou para atingir um lucro desejado. Ponto onde a oferta é igual a procura, volume de venda em que se igualam o custo e a receita e no qual a empresa não apresenta lucro ou prejuízo. Ponto de nivelamento. Volume de vendas quando a receita total é igual ao custo total.

Briefing - Instrução específica. Instrução resumida, geralmente antes de alguma acção, que visa a preparar uma pessoa ou grupo para um determinado modo de agir.

Budget - Orçamento, verba, dinheiro.

Case (study) - Relato de uma experiência bem ou mal sucedida.

Deadline - Último dia para qualquer serviço em qualquer fase de execução.

Marketing - pode ser definido com o conjunto de actividades que objectivam a análise, o planeamento, a implementação e o controle de programas destinados a obter e servir a procura por produtos e serviços, de forma adequada, atendendo desejos e necessidades dos consumidores e/ou utilizadores com satisfação, qualidade e lucro.

Merchandising - Série de actividades promocionais, integrando o expositor, e a propaganda global dentro do estabelecimento, ou seja, no ponto de vendas. Inclui entre muitas outras coisas, a embalagem, a exposição, a política de preços, as ofertas especiais etc., e o que no final acaba por ser a venda.

SWOT - A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada por empresas como parte do planeamento estratégico dos negócios. O termo SWOT representa as iniciais das palavras Streghts (forças - vantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes), Weaknesses (fraquezas - desvantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes), Opportunities (oportunidades - aspectos positivos da envolvente com o potencial de fazer crescer a vantagem competitiva da empresa) e Threats (ameaças - aspectos negativos da envolvente com o potencial de comprometer a vantagem competitiva da empresa). O que se pretende é definir as relações existentes entre os pontos fortes e fracos da empresa com as tendências mais importantes que se verificam na envolvente global da empresa, seja ao nível do mercado global, do mercado específico, da conjuntura económica e das imposições legais.

Estes são apenas alguns exemplos. Se pretenderem um glossário mais completo, por favor façam download no link abaixo: